É com este livro de poesias que o autor Lucio Panza faz sua estreia no mercado editorial de modo independente. O livro é pequeno no tamanho mas grande em intensidade, com poemas diversificados que têm como principal qualidade as rimas e a sensibilidade na exposição de cada assunto.

Professor Ivan Martin, eu e Mayra
Sábado, dia 17/09, eu participei de um minicurso realizado na Caixa Cultural intitulado: Representações Literárias e Artísticas da Guerra Civil Espanhola, ministrado pelo Ivan Martin, professor do curso de Letras da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). O minicurso começou ás 13h30 e teve duração de quatro horas, com um intervalo para um lanche oferecido pelo próprio museu.


 O Pauliceia Literária é um evento internacional que é realizado anualmente em São Paulo. Esse ano foi a terceira edição, aconteceu entre os dias 15 e 17 de setembro, tendo como homenageado o autor Luís Fernando Veríssimo. Para saber mais sobre o Pauliceia, acesse o site do evento aqui.

Eu só fui um dia do evento e para ver um autor específico: o José Luis Peixoto, autor português. A mesa dele foi a última do festival, mediada pelo crítico literário, Manuel da Costa Pinto.



Este é um filme argentino com direção de Damián Szifron, que inova no formato ao reunir seis histórias paralelas, que num primeiro momento, aparentam não ter nenhum ligação entre elas, mas quando paramos para refletir no absurdo de cada situação e de como esses absurdos seriam cômicos se não fossem trágicos, percebemos que essa é a única coisa em comum. Mesmo assim, o riso é inevitável, como também não dá para evitar o sentimento de identificação com alguma das tramas.


Depois de uma amiga da faculdade ter ido assistir ao filme e indicar com veemência, resolvi assisti-lo também. No dia 07/09, quarta, fui no Caixa Belas Artes e entendi o motivo dela ter falado tão bem do filme.

Dirigido pelo pernambucano Kleber Mendonça Filho, o filme se passa em Recife e conta com a atuação espetacular de Sônia Braga no papel de Clara, uma mulher na casa dos sessenta que mais nova passou por um câncer e agora resiste de forma determinada às investidas de uma construtora que quer comprar seu apartamento para construir algo mais modernizado.
Por ser a única moradora do Edifício Aquarius, recebe ataque de todos os lados, até de sua própria filha, que não entende como a mãe pode recusar a oferta da construtura, uma vez que está sendo oferecido um valor até mais alto do que o apartamento vale.
O espectador vai aos poucos entendendo o motivo de Clara não ceder: há muita lembrança afetiva. Foi lá que ela morou sua vida toda, criou seus filhos, viveu e venceu seu câncer.

No dia 02/09, sexta-feira, cheguei na estação Tietê para pegar o ônibus gratuito para o evento por volta das 15h20 e fui pega de surpresa por uma fila gigantesca que estava dando volta ao redor da estação, mas apesar da longa fila, até que estava andando rápido, de modo que antes das 16h já estava dentro do Pavilhão de Exposições do Anhembi, local do evento.
Nesse dia tinha a sessão oficial de autógrafos do autor Lucinei Campos, às 14h, mas os livros esgotaram antes do horário da sessão dele, o que foi ótimo, claro. Ficamos conversando um pouco e observando o movimento da Bienal e depois eu encontrei por acaso e de forma muito inesperada um amigo que não via há algum tempo, o Rafael Neri. Fiquei ajudando ele em suas compras, encontrei a Aline Furtado, do blog Literalizando Sonhos e a Camilla, do Instagram @camillaeseuslivros. Ainda encontrei a Marcia, do blog Mundo Literário, conversei mais um pouco com o Lucinei juntamente com o Rafael e com a Marcia, num momento interessante de conexão Rio-SP e depois disso fui embora com o Rafael, por volta das 19h30.

Autor Lucinei Campos