Colegas literários, o Conselho Internacional de Ciências, Letras e Artes (CONINTER), em parceria com o Colégio ABEU está promovendo a Primeira Exposição de Artes e Letras.
Para nós, escritores, a exposição será de 11 a 14 de novembro de 2015. Não haverá taxa de inscrição para os escritores, mas eles são convidados a doarem um livro para o acervo do CONINTER.
- Data de inscrição até dia 15 de outubro e de envio de exemplares até o dia 3 de novembro.
- Poderão expor até 50 (cinquenta) exemplares de títulos diversos por autor para exposição e
venda.
- Os livros devem ser listados com valores para venda e poderão ser comercializados com autorização por escrito.
- Em caso de lançamento de obra, o autor deverá estar presente.
- Marcadores serão permitidos.
- Banners não poderão ser expostos.
- Comissão de 20% sobre as vendas dos escritores.
- A organização da exposição se responsabilizará pelo envio dos valores aos escritores em
caso de venda.

- Os inscritos se responsabilizarão com os custos de envio dos livros bem como os custos de devolução dos mesmos ao seu destino após a exposição, a cobrar via correio ou transportadora,
conforme instrução do escritor.
- O recebimento e retorno das obras ficarão aos cuidados do Senador do CONINTER Artes do Rio
de Janeiro Profº Marcelo dos Santos Feijó.
- Os livros devem ir embalados com invólucro a ser usados novamente na devolução.
- Os escritores que estarão presentes poderão levar o lote de livros pessoalmente, desde que a montagem seja antecipada.
- Serão emitidos certificados de participação.

Para participarem, solicitem a ficha de inscrição e autorização de exposição e venda, que
deve ser preenchida e assinada.
e-mail: coninter.artes@gmail.com







Você está agora em um momento de ápice de construção de enredo e personagens, ainda naquele breve conflito de ações e rumo de construção e transição de um capítulo para o outro, quando de repente, tudo trava. Isso acontece...
Você tem estimulado a sua criatividade?
Saiba que a leitura ajuda nisso.
Quando lemos bastante, a criatividade começa a aflorar consideravelmente. A sinopse ganha enredo, o personagem ganha mais características e o rumo de tudo se define muito mais rápido e com riqueza de detalhes necessários.
Criatividade não significa escrever muito e sim escrever o necessário. Não pense que se estendendo em dezenas de páginas é sinal de que fará algo bom, porque você pode acabar se tornando cansativo e enfadonho, perdendo a obra e o leitor. Quando lemos bastante, aprendemos também a escrever o importante, sem rodeios.
A criatividade é estimulada com muita leitura e aprendizado. Quando lemos, aprendemos a construir opinião e definição. Isso é importante para a construção de suas ideias e a saber exatamente aonde você quer chegar com sua obra. Criando, você vai estender e definir todos os tópicos essenciais para a montagem de sua obra e torná-la objetiva e atraente a ponto de fazer seus leitores relerem e recomendarem. Isso é sonho para qualquer escritor. E é um sonho possível. Conquistado com leitura.

Quando a nossa criatividade está estimulada, sabemos o que realmente queremos e o que os nossos leitores também irão querer. Defina sempre um tempo considerável para as suas leituras técnicas e de lazer para que desenvolva o que realmente irá querer apresentar. E não julgue nenhuma literatura, mesmo que seja ruim. Elas também servem de lição para o que realmente podemos escrever.


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® Leo Vieira- Direitos Reservados 

É sempre um trabalho difícil escrever sobre os livros do Milan Kundera. Me parece que ele nunca vai direto ao ponto e que o que ele quer passar está sempre subentendido. Acredito que é isso que acontece nesse livro. Os acontecimentos são fragmentados mas nos permite compreender perfeitamente as ações das personagens, que são majoritariamente homens e quando aparece uma personagem feminina é para desempenhar um papel secundário. O autor nos faz pensar sobre a natureza da mentira, sobre a falsidade, a fugacidade do tempo e sobre como os acontecimentos históricos vão perdendo a importância para as gerações posteriores.

Nos dias 15, 16 e 17 de setembro, teve mais uma feira de livros na Universidade Federal de São Paulo que contou com a presença das editoras Cosac Naify, Aleph, Martin Claret, Editora34, dentre outras; todas com 50% de desconto em todos os livros. Estive lá os três dias e comprei alguns livros.

Na Editora34 comprei o livro "Leituras: do espaço íntimo ao espaço público", da antropóloga  Michèle Petit, autora que estou de olho há algum tempo, desde quando soube de seu livro "A arte de ler- Ou como resistir as adversidades", depois porque ganhei seu livro "Os jovens e a leitura- Uma nova perspectiva" e agora quero ler todos os livros ela. No site da editora, parece que são só esses três.

Você se sente criativo? Se dispersa rápido nos pensamentos quando se lembra de algo ou ouve alguma palavra notável? Essas e outras coisas são características de quem vive transitando pelos mundinhos paralelos da criatividade. Isso é ótimo, desde que também se mantenha focado em seus demais projetos.
A criatividade é um item muito raro e precioso. Dom exercitado através de muita leitura praticada. A criatividade também pode lhe tornar destacado no mercado e lhe fazer um profissional de sucesso. Isso porque as pessoas criativas também são profissionalmente visionárias e sabem aonde podem ir e como irão chegar através de raciocínio e estratégia.
Para ser criativo, você precisa ler. Leia de tudo. Tudo mesmo! Bulas de remédio, jornal do mês passado, rótulos de shampoo, etc. Quando a gente lê, começa a associar palavras conhecidas e com elas, a aprender e empregá-las no momento certo. Quantas vezes já nos perdemos nos pensamentos quando lembramos de uma palavra conhecida? E isso pode ser muito útil na hora de criar um enredo para os nossos textos, sem contar com as habituais redações, entre outras coisas que exijam do nosso vocabulário.
Portanto, pense, crie, sonhe, faça acontecer. Seja criativo. Exercite esse mundinho fechado e ainda com pouca vida, chamado "Imaginação".
A "Imaginação" está pouco habitada. Dê forma à ela. Crie um ambiente, ou muitos. Insira também alguns personagens! Crie e dê algumas características. Deixe-os livres para transitar e acompanhe o rumo de sua criação. Os personagens, enredos e outras características de seu universo interior estará fermentado através de sua leitura. Leia muito.

A Imaginação precisa ser cultivada. Faça visitas frequentes. Em filas de banco, trânsito lento, passeios entediantes, entre outras coisas chatas, seja produtivo e visite a Imaginação. Leia e pense no que leu. A sua Imaginação estará enriquecida e agradecerá sempre, através de sua arte no subconsciente.


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® Leo Vieira- Direitos Reservados 

Este livro é a história de um homem, Pierre Arthens. Mas não um homem comum. Pierre Arthens é um renomado crítico gastronômico, que foi responsável pelo sucesso e pela ruína de muitos restaurantes. Mas agora falta-lhe pouco tempo de vida e a única coisa que almeja é lembar-se de um determinado sabor que lhe marcou. Trabalho difícil para alguém que o que mais fez na vida foi comer. E assim, não só acompanhamos suas lembranças das comidas marcantes, como também ficamos com água na boca. Impossível não ficar.

No dia 3 desse mês, a Lary Zorzenone, do blog Vidas em preto e branco fez aniversário, 22 aninhos. Alguns dias antes ela postou uma wishlist em seu blog e foi nela que eu me baseei para escolher o presente. Como moramos relativamente perto, pensei na possibilidade de nos encontrarmos numa estação de trem/metrô para eu entregar seu presente e lhe dar um abraço, daí ela gentilmente me convidou para ir visitá-la em casa e pensei "por que não?" E então, dia 5 pude conhecê-la e conhecer seu filhinho lindo, o Miguel.
Estava frio aqui em São Paulo, mas foi uma tarde adorável. É uma experiência muito bacana encontrar pessoalmente alguém que você conhece pelo meio virtual, principalmente blogueiros. Conhecemos a pessoa por trás das postagens e humanizamos mais a blogosfera literária.

Dica: vão lá no blog dela que ela fez uma postagem sobre ess dia também.


Miguel. Vontade de morder!


"Eu estou com um projeto (embrionário) muito bom (peça de teatro, formação de banda, publicação de livro, etc), que vai dar (provável) lucro e pode ser até muito bom pra sua carreira (trabalhar como ator, instrumentista, designer, etc). Só não posso te pagar agora porque ainda não tenho previsão de retorno, mas há uma grande possibilidade (quase nenhuma) de gerar lucro. Posso contar com a sua colaboração (gratuita)?"


Em todos os ambientes, sejam eles profissionais, religiosos e culturais, existem
pessoas perigosas que são capazes de qualquer coisa para conquistar o seu espaço. Em alguns casos mais graves, querem não só obter espaço, como também não permitem que ninguém mais ganhe notoriedade no espaço em que ele somente quer imperar. Em casos mais extremos, não aceita, não permite e também se encarrega de eliminar da forma que for o seu rival, visto aos olhos dele como uma perigosa ameaça.
O sociopata cultural é desprovido de qualquer sentimento e remorço. Ele não define o que é correto e o que é errado; por isso não se arrepende de seus atos, nem sente culpa por isso.
Ele também sabe persuadir e cativar a atenção de todos para fazer o que for de interesse dele. Mas tudo somente para proveito dele, porque é egoísta ao extremo. Quando não consegue algo, procura sabotar. Inclusive, ele demonstra certa hostilidade quando algo não sai conforme o esperado. Se alguém descobre a sua falta de caráter, o sociopata cultural se faz de vítima e arma um plano para afastá-lo com a intriga mais grave.

O motivo desta postagem é porque existem muitos "profissionais" que merecem essa máscara sob suas rotulações em editoras, agentes literários, diretores culturais, entre outros. O alvo sempre são os escritores, músicos, atores, desenhistas e outros profissionais da arte em busca da realização de seus sonhos.

Fique esperto com a arapuca do Lobo:
- Ele vai se apresentar como um profissional que conhece as tramitações para a realização do projeto, seja ele literário, musical, teatral, etc;
- Ele deixará claro que somente ele pode estar a frente disso e que precisa da
colaboração (com provável remuneração futura) e empenho de todos;
- Ele vai criar uma pseudo-biografia, cheia de referências vagas. Ele também ficará sempre se vangloriando de projetos promissores do passado que QUASE deram certo;
- Se algo começar a desandar, ele incentivará o grupo a se empenhar, ameaçando de que a culpa do provável fracasso (e da embrionária possibilidade de pagamento) seria exclusivamente deles;
- Se alguém notar a fraude, ele criará uma intriga para afastar todos desta pessoa;
- Se o projeto não andar ou não der lucro, ele alegará que teve prejuízo financeiro maior e que não poderá pagar a ninguém (porém ele obteve imensa vantagem).


Fique esperto!


Conheça também o Coliseu dos Quadrinhos

® Leo Vieira- Direitos Reservados


Este é o primeiro livro de Yohana Sanfer, prefaciado por Ita Portugal e composto por sessenta e quatro crônicas, todas curtas e de rápida leitura, como é característica do gênero, mas todas profundas e com uma densidade que nos faz refletir sobre a vida, sobre o amor, sobre nossas relações com as pessoas e com o mundo que nos cerca.
Yohana se destrincha, se desnuda, se declara, se entrega. A primeira crônica, intitulada "Genuíno", começa assim: "Porque é preciso amar. Amar sem medidas, sem arestas, sem porquê. Não esse amar vazio de sentido e de verdade. Amar de mostruário, pronto e fora de alcance. Mas um amar inevitável, extenso, sublime. Livre dos medos e preso na riqueza das pequenas coisas". E a crônica segue listando as sensações e sentimentos provocadas pelo "amar".