Hibisco roxo é um livro que nos mostra como a religião é usada para justificar a prática da opressão. Um livro que também é uma crítica ao cenário político da Nigéria e os efeitos da colonização.

Os acontecimentos são narrados com base no dia do Domingo de Ramos e o livro é dividido em três partes, de modo que a narrativa resulta fragmentada. Começa expondo o que aconteceu no dia de Domingo de Ramos, desenvolve com o que aconteceu antes e o desfecho é o que aconteceu após esse dia.

É narrado em terceira pessoa por Kambili, uma menina de quinze anos. Seu pai, Eugene, é dono de um jornal independente que vai contra os interesses do governo numa época de crise política e também é dono de muitas fábricas de alimentos e bebidas. Ou seja, Eugene é muito, muito, muito rico.
A família de Kambili é uma família nigeriana convertida ao catolicismo e Eugene é a pessoa mais contraditória. Nos faz perguntar como que um homem que se confessa todo final de semana, que sustenta a igreja em que é membro, que faz doações para hospitais e para os pobres é capaz de bater constantemente em sua mulher, tanto que ela chega a abortar? Punir os filhos quando não são os primeiros de suas classes? Rejeitar o próprio pai por ele se negar a deixar sua ancestralidade?
E este é o cenário até que a tia de Kambili, Ifeoma, e seus primos, Chima, Obiora e Amaka entram na história. Eles vivem uma realidade totalmente diferente da vivida por Kambili e sua família. Ifeoma é professora universitária e mãe viúva que cria seus três filhos sozinha. Quando consegue convencer seu irmão a deixar que Kambili e Jaja passem alguns dias na casa dela, a vida desses dois nunca mais será a mesma. Em Nsukka, cidade que Ifeoma mora, Kambili conhece o padre Amadi, por quem se apaixona e ainda que seja um amor platônico, é muito benéfico para os dois. Os dias passados na casa da tia fizeram com que os dois irmãos amadurecessem muito e o livro caminhasse para um final totalmente inesperado.

Este é o primeiro livro da autora e desde cá percebemos o feminismo característico das suas obras, aqui encontra-se na distinção entre a tia e a mãe da protagonista. A primeira é professora universitária e viúva independente enquanto a segunda não passa de uma esposa submissa.

Com esse livro Chimamanda toca na ferida e remexe, causa um incômodo, nos faz sofrer com o sofrimento das personagens. Expõe a violência doméstica e a violência psicológica mas também nos mostra como o amor pode mudar as pessoas. Apesar do final que destoa do restante do livro, a leitura vale muito a pena.

Comecei a ler Chimamanda quase que de trás para frente. Primeiro li "Meio Sol Amarelo" (2008), depois "Americanah" (2013), e por último "Hibisco Roxo" (2011), todos publicados aqui pela Companhia das Letras. Mas a ordem original de lançamento é Hibisco Roxo (2003 [percebam que só foi lançado aqui oito anos depois]), Meio Sol Amarelo (2006 [esse só dois anos depois]) e Americanah (2013 [ só um ano]).



Isso é muito importante para qualquer atividade futura do escritor. Biografia do
autor é como um curriculum, só que ele é mais exibicionista. Isso mesmo; um escritor precisa aparecer.
Não basta apenas o livro do autor. Escritor não tem a vida literária resumida apenas a livros. Escritor também precisa ter blog, precisa ter e manter páginas em redes sociais; precisa também interagir com todos, precisa ter filiações acadêmicas, precisa fazer colaborações sociais e culturais em eventos de sua cidade e fora dela; precisa responder entrevistas, precisa participar de antologias, precisa assinar em colunas literárias, precisa organizar eventos culturais literários, como feiras de livros; entre outras coisas. E claro, precisa ressaltar tudo isso em sua biografia, que deve passar por uma constante atualização.

Não adianta focar o que ainda não está no seu alcance. Explore territórios próximos que os investidores editoriais de longe chegarão até você.


Acompanhe a campanha de incentivo à leitura "Leia + Livros", do Leo Terário.
® Leo Vieira- Direitos Reservados 


Este é um livro composto por nove contos e todos possuem algo em comum: a narrativa focada em acontecimentos na vida de crianças, jovens e adolescentes.
O título, "Como respirar debaixo d'água", é tirado de uma frase que está em um dos contos. A frase é: "Esta noite, pela primeira vez, vou começar a aprender o que meus peixes sempre souberam: como respirar debaixo d'água", que faz parte do conto "O peixe Isabel". Nele, uma menina que tem um pouco menos que dezesseis anos, sofre com o trauma de ter sofrido um acidente de carro, no qual o carro afundou na água e ela conseguiu salvar-se mas não conseguiu salvar a namorada de seu irmão, Isabel. Ficou traumatizada a ponto de não mais conseguir entrar na água e seu irmão nunca a perdoou pelo acidente, sempre a fazendo sentir-se culpada. Os pais dos dois resolveram colocá-los para fazerem aulas de mergulho com a finalidade de se preparem para as férias em família, nas Antilhas Holandesas, o que seria uma espécie de terapia para superação do acidente. O desfecho do conto é bem bonito, nos fala de superação e de como o apoio familiar é importante.

A ideia inicial era fazer dois posts a respeito desse livro: um seria a resenha e o outro seria esse de quotes, mas eu simplesmente não consigo resenhá-lo; foi um livro que eu terminei e não sabia o que dizer, só sentir. Ensaiei diversas formas de começar a resenha, mas não consegui nem preencher uma linha.
Li o livro em três dias e teria lido em dois ou um não fossem os contra-tempos da vida.
É um livro que prende o leitor e que por mais preparado que se esteja, acaba sendo surpreendido. Neil Gaiman sempre surpreende. Meu primeiro contato com ele foi com "Coraline", há um tempo atrás e percebi que o autor me conquista pelo mistério e pela fantasia, ainda que a razão de adulta venha questionar  alguns acontecimentos. Mas uma resenha a mais ou a menos não vai fazer diferença, há diversas pela blogosfera e todas elas falam bem desse livro.


p.12- "Eu faço arte, às vezes arte verdadeira, e às vezes isso preenche os espaços vazios da minha existência".

p.14- "As memórias de infância as vezes são encobertas e osburecidas zelo que vem depois como brinquedos antigos esquecidos no fundo do armário abarrotado de um adulto, mas nunca se perdem por completo".

p.22- "Eu não era uma criança feliz, ainda que de vez em quando, ficasse contente. Vivia nos livros mais que en qualquer outro lugar".

p.72- "Fui para outro lugar em minha cabeça, para dentro de um livro. Era para onde eu ia sempre que a vida real ficava muito difícil ou muito inflexível".

p.132- "Ervilhas me deixavam perplexo. Eu não conseguia entender por que os adultos pegavam coisas que tinham um gosto maravilhoso frescas e cruas e as enlatavam e as tornavam repugnantes".

p.133- "Eu acreditava nela e isso significava que nada de ruim me aconteceria enquanto estivesse ao seu lado. Eu sabia disso do mesmo jeito que sabia que a grama era verde, que as rosas tinham espinhos afiados e lenhosos, que cereal matinal era açucarado".

p.135- "(...) quando você tem sete anos a beleza é uma abstração, não um imperativo".

p.158- "Quando se tem algo específico e visível a temer, em vez de algo que não sabe o que é, tudo fica mais fácil".

p.159- "Não tenho saudade da infância, mas sinto falta da forma como eu encontrava prazer em coisas pequenas, mesmo quando coisas maiores desmoronavam. Eu não podia controlar o mundo no qual vivia, não podia fugir de coisas nem de pessoas nem de momentos que me faziam mal, mas tinha prazer nas coisas que me deixam feliz".




Depois de ler Sobre a beleza, da Zadie Smith, fiquei sabendo que há outros títulos dela lançados aqui. Então, pensei em ler algum livro de sua autoria e me decidi por ZW. Foi uma escolha infeliz. Li um pouco mais de quarenta páginas mas não consegui ir adiante.
O livro começa com uma narrativa confusa, na qual não consegui me situar e pensar que seriam mais trezentas páginas da mesma coisa me fez abandoná-lo.
Não costumo abandonar livros, fico com medo de estar perdendo alguma coisa, por isso fui procurar resenhas e me senti aliviada em ver que pessoas com melhores condições de criticar do que eu, apontavam o mesmo problema: a confusão, a monotonia e a narrativa.

E vocês, quando abandonam livros se sentem culpados ou sou só eu que tenho essa paranóia?


Essa tarefa nem sempre é exclusiva dos blogueiros. Lembre-se também de que muitos escritores podem também ser blogueiros e vice-versa. Quanto mais você tomar a frente de suas atividades, mais empenhada e promissora será a sua trajetória. 
O sorteio de livros faz parte do marketing de seu trabalho e funciona para promover a fan-page de seu livro, como também o seu blog e o material que você espera vender e divulgar o máximo possível. Quando você tiver um lote, destine pelo menos 10% dele para sorteio.
Promova campanhas valendo curtidas e compartilhamentos. Monitore tudo. Se algum colega blogueiro for muito empenhado, reserve o seu blog para destinar doação para sorteio também, além de um exemplar de cortesia para ele.

Não espere que os outros façam por você. Seja ágil e criativo.



Acompanhe a campanha de incentivo à leitura "Leia + Livros", do Leo Terário.
® Leo Vieira- Direitos Reservados 

Parafraseando Neil Gaiman, um livro é um sonho que você segura em suas mãos. Este é o primeiro livro do autor carioca Lucinei Campos, publicado de forma independente em junho de 2014. Um sonho que acompanho desde antes de se tornar realidade e que fico imensamente feliz  que tenha se concretizado.



Nesse livro, conhecemos Lavínia, uma menininha de nove anos e acompanhamos a sua rotina. Ela vai para a escola, onde todo dia tem problemas com seus colegas: as marrentinhas e os valentões. Não bastasse isso, ainda tem que lidar com uma professora incompreensível que a deixa de castigo na diretoria quase todos os dias. Para fugir da perturbação de seus colegas, Lavínia descobriu um local sossegado na escola para passar seus intervalos, um local que se tornou seu esconderijo. De tarde, quando chega em casa, faz suas lições, limpa seu quarto e faz alguma coisa na casa para ajudar a mãe. No fim da tarde, recebe a visita de seu melhor amigo, Léo, que lhe faz companhia até a chegada dos pais dela, de noite. E esse é um dia comum na vida de Lavínia, até que, Lorivaldo entra na história.

No dia 04.07 estive no Rio de Janeiro e sabendo que o escritor Lucinei Campos é de lá, pedi para me conceder uma entrevista e me servir de guia turístico.
Ele aceitou o meu pedido e me apresentou o Centro e parte da Lapa. A entrevista aconteceu em um tom de conversa e aqui a exponho.
Falamos sobre seu livro, Lavínia e a Árvore dos Tempos (LAT), sobre suas amizades no mundo literário, sobre a relação professor-escritor e as implicaturas derivadas disso, me revelou alguns de seus planos para o futuro e o que girou em torno da escolha do título do livro que será a continuação de LAT.

Eu nos Arcos da Lapa. Um dos cartões postais do Rio.

Vendo as fotos dos eventos que o autor está presente, notei que frequentemente ele está na companhia de três outros autores: Yohana Sanfer, Sidney Santborg e Vinícius Grossos. Tendo isso como base, perguntei se ele os conhecia antes de adentrar nesse universo literário e ele me respondeu que não, que a amizade deles veio posteriormente ao lançamento de seu livro e que são amigos muito queridos. Me revelou que eles o ajudaram na escolha do título da continuação de seu primeiro livro e que talvez seja lançado na Bienal, evento que ele pretende estar presente. Observou que o Rio é um lugar em que constantemente está acontecendo eventos literários e que fica até difícil estar presente em todos. Juntamente com seus amigos, está planejando uma surpresa para nós. Estava muito curiosa quanto ao título da continuação de LAT. Depois de muito insistir, ele me contou qual será, ainda não tenho autorização para divulgar. Mas acho que posso fazer algo para agilizar a divulgação do título: em seu Facebook o autor postou que quando a página do livro estiver com 1000 curtidas ele divulga o nome do novo livro. Então, se vocês quiserem saber, curtam a página clicando aqui.

Vamos curtir a página, minha gente!

Para quem não sabe e também para quem não leu a outra entrevista que ele me concedeu, o Lucinei é professor. Até então sabia que ele lecionava História, mas nessa ocasião fiquei sabendo que ele também está lecionando Sociologia. Perguntei se pelo fato de ser professor ele teria alunos que são seus leitores. Me respondeu dizendo que ter um aluno de escola pública que goste de ler é algo raro, mas que tem alunos que se organizam para irem nos eventos que ele está presente. Então, mesmo que não tenha muitos alunos que sejam seus leitores, tem alunos que são seus seguidores. E aqui aproveito para acrescentar uma observação pessoal: percebi que o Lucinei é um professor bastante querido, os alunos o amam. Ele me disse que uma turma chegou a fazer abaixo-assinado para que não deixasse de dar aula para eles.
Todo o "marketing" que vemos na página e no grupo do livro é feito por ele mesmo. Um site está em construção para formalizar ainda mais a exposição de seu trabalho.
É muito bacana quando um escritor não espera e é surpreendido por um leitor pedindo para autografar o seu exemplar, o Lucinei me narrou um episódio em que isso aconteceu e é muito gratificante ver que seu trabalho está sendo reconhecido.
Fiquei muito surpresa quando perguntei o valor que ele vende seu livro, é muito barato! É quase um preço simbólico de tão barato que é, mas os preços variam de acordo com a origem da compra: diretamente com ele, lançamento em livraria ou pelas plataformas virtuais.
Pensem em uma pessoa divertida, solícita e atenciosa, essa pessoa é o Lucinei Campos; e ainda tem o acréscimo de ser um excelente guia turístico, diga-se de passagem.
Me presenteou com dois livros: um para deleite pessoal, outro para sorteio no blog; e uma infinidade de marcadores.
Já estou lendo Lavínia e a Árvore dos Tempos. Em breve terá resenha por aqui. Não percam!

Lucinei e sua obra.

Eu e o Lucinei.

Minha amiga Tati. Companheira de muitas aventuras literárias.

Nós três juntos.

A vida de um escritor não tem limites. Um escritor é um artista que modela belas imagens e acontecimentos somente com as palavras. Tudo pode ser ricamente desenvolvido e trabalhado e suas ramificações se alastram por todas as plataformas possíveis. Uma delas é a Revista Literária.
Existem muitas revistas literárias no Brasil e no exterior. Basta uma consulta rápida para comprovar. Porém uma revista literária precisa ter motivo para que exista. Da elaboração à realização precisa de conceito. Lembre-se que o público é mais exigente e diferenciado.
A revista deve abordar um conteúdo mais refinado e também matérias de interesse geral, assim como toda revista cultural. Textos sobre o mercado literário, recomendação de livros, com uma curta resenha e especificações; entrevista com algum autor (com perguntas inteligentes sobre a experiência literária e dicas sobre desenvolvimento profissional), matérias sobre algum autor estrangeiro ou mesmo algum livro pouco conhecido (e interessante). Matérias e curiosidades sobre faculdades, bibliotecas e instituições do mundo inteiro. Fotografias, pinturas e charges também são permitidas, desde que não fuja da temática da literatura. 
Através da rede de contatos e blogosfera, a revista será fartamente distribuída e divulgada virtualmente. Depois, nada impedirá que ganhe uma versão impressa também.

Uma dica muito importante que também serve para qualquer outro tipo de projeto: não espere nada dos outros; esboce como se tudo dependesse de você. Equipe é legal, mas quanto mais você souber fazer, menos você ficará na mão.

Leo Vieira

Acompanhe a campanha de incentivo à leitura "Leia + Livros", do Leo Terário.
® Leo Vieira- Direitos Reservados 


Esta é a primeira maratona que participo, não sou muito fã de determinar antecipadamente o que vou ler ao longo do mês, mas como eu já tinha uma ideia de usar julho para ler os livros nacionais que tenho, pensei "por que não unir o útil ao agradável?" e cá estou eu.

A #MLI2015 foi idealizada pelo Victor Almeida do canal Geek Freak. Teve início no dia 06/07 e irá até o dia 03/08, portanto, quatro semanas.
A Maratona visa fazer com que as pessoas leiam mais do que geralmente leem e isso direcionado por algumas categorias e semanas temáticas que são opcionais. A saber:

Primeira semana: Fantasias, Distopias e/ou Ficção Científica

Segunda semana: Thriller, Suspense e/ou Terror

Terceira semana: YA Contemporâneo, Romance e/ou Drama

Quarta semana: Livros Nacionais [amei isso S2 melhor semana]

Como disse, ia ler os livros nacionais, então a maior parte é nacional. Essas são minhas escolhas:

Um livro com figuras ou ilustrações: Fragmentos de uma mente em construção- Maurício Nunes

Comece e/ou termine uma série, trilogia ou duologia
: Lavínia e a árvore dos tempos

Um livro que alguém escolheu por você: Caminhos Infernais- Larissa Sposito ( ganhei em um sorteio)

Um livro que já virou ou vai virar uma adaptação cinematográfica: Assalto ao Banco Central- J. Monteiro e Renê Belmonte.

Um livro com a capa azul: O oceano no fim do caminho- Neil Gaiman

Um livro do gênero que você menos leu ano passado: da boca pra dentro- Yohana Sanfer (crônicas)

Um livro que você ganhou: Clarice, -Benjamin Moser ( já estou lendo há um tempo, mas agora eu termino!)

Um livro com mais de 400 páginas: As duas faces do destino- Landulfo Almeida

E tem também esses dois que não se encaixaram em nenhuma categoria: Relatos de um um mundo sem luz- Jan Santos e Al-Aisha e os esquecidos- Marcel Colombo.

Por enquanto, são 9 livros. Espero conseguir ler todos. Boa sorte para mim e boa sorte para os demais participantes.

Alguns dos livros

Hoje, 07.07.15, é aniversário de dois anos do blog. Ele me proporcionou uma infinidade de experiências. Fui em eventos, conheci autores, conheci blogueiros, fiz amigos.
Agradeço de coração a todos que surgiram na minha vida graças ao blog, com destaque especial para o escritor Leo Vieira, o blogueiro Raphael Dias e o escritor Lucinei Campos. Agradeço a todos os leitores, pessoas que usam alguns minutos de seu dia para ler o que escrevo; pessoas que comentam e pessoas que me incentivaram a continuar nas diversas vezes em que pensei em desistir. O blog não teria chegado até aqui se não fosse por vocês.

Para hoje, fiz uma seleção das postagens mais acessadas nos dois últimos anos. São elas:

*Resenha "O dia do Curinga"- Jostein Gaarder

*Resenha "Outsiders- Vidas sem rumo"- Susan E. Hinton

*Eu fui: Edição especial de um ano Bate-papo Literatura nacional

*Resenha "O meu pé de Laranja Lima"- José Mauro de Vasconcelos

*Resenha "Eles não usam black-tie"- Gianfrancesco Guarnieri

*Apresentação do livro "Lavínia e a Árvore dos tempos"

*Resenha do livro "Lolita"- Vladimir Nabokov

*Quotes "O Projeto Rosie"- Graeme Simsion

*Resenha "Uma Aprendizagem ou O Livro dos Prazeres"- Clarice Lispector

*Resenha "A Elegância do Ouriço"-Muriel Barbery

*Entrevista com o autor Lucinei M. Campos

*Resenha "Vida e Proezas de Aléxis Zorbás"- Nikos Kazantzákis

Espero que tenham gostado.