Ano passado finalizei o ano com 63 livros lidos e ousadamente planejava ler pelo menos 100 esse ano. Mas me esqueci que este seria ano de vestibular e fracassei gloriosamente nessa meta. Até comecei o ano lendo algumas coisas, mas no segundo semestre não teve jeito, ou eu lia ou estudava e estudar foi minha prioridade, apesar de ter que dividir o tempo com o trabalho. Deixar de ler e ter renunciado muitas outras coisas ao longo do ano certamente será recompensado: eu vou cursar Letras e vou poder dar um jeito nessa bagunça que é a minha vida.

Finalizo o ano com apenas 34 livros lidos:

1- "O Barão nas árvores''- Ítalo Calvino;
2- "Água para elefantes"- Sara Gruen;
3- "O grande Gatsby"- F. Scott Fitzgerald;
4- "Eu, Robô''- Isaac Asimov;
5- "2001 Uma Odisseia no Espaço"- Arthur C. Clarke;
6- "Vida e proezas de Aléxis Zorbás"- Nikos Kazantizákis;
7- "Passou, já era"- Susan E. Hinton;
8- "O Projeto Rosie''- Graeme Simsion;
9- ''Outsiders, vidas sem rumo"- Susan E. Hinton;
10- "O visconde partido ao meio"- Ítalo Calvino;
11- "O Príncipe"- Maquiave;
12- "A Seleção"- Kiera Cass;
13- "O que é amor"- Betty Milan;
14- "Quarto de despejo- diário de uma favelada"- Carolina Maria de Jesus;
15- "Dois irmãos''- Milton Hatoum;
16- "O amante"- Marguerite Duras;
17- "O amor natural"- Carlos Drummond de Andrade;
18- "Se um viajante numa noite de inverno"- Ítalo Calvino;
19- "Mesa para dois"- Fábio Moon e Gabriel Bá;
20- "Muchacha- Laerte;
21- "A elegância do ouriço''- Muriel Barbery;
22- "A morte de Ivan Ilicht''- Lev Tolstói;
23- "Muito prazer"- Chacal;
24- "O retorno do jovem príncipe''- A.G. Roemmers;
25- "Em alguma parte alguma"- Ferreira Gullar;
26- "A brincadeira"- Milan Kundera;
27- "Minha metade silenciosa"- Andrew Smith;
28- "O cavaleiro inexistente"- Ítalo Calvino;
29- "As esferas de Medeia"- Maickson Alves;
30- "Azaleia vermelha"- anche Min;
31- " Traçados diversos";
32- "Viagens na minha terra"- Almeida Garrett;
33- "Memórias de um sargento de milícias"- Manuel Antônio de Almeida;
34- "Memórias póstumas de Brás Cubas''- Machado de Assis.

No caminho para o trabalho, vi que estava tendo uma feira de livros. Mesmo estando com pouco dinheiro, fui lá dar uma olhada e fiquei surpresa com o quão baratos os livros eram.

Comprei dois livros da Alfaguara a R$10,00 cada.

Este evento é organizado pela Companhia Livros na Cidade, que tem como objetivo promover o hábito de leitura partindo do pressuposto que uma das barreiras que impedem as pessoas de lerem são os altos preços do  livros, então eles promovem eventos para levar livros de qualidade por preços populares. E isso não só em São Paulo capital, mas também em cidades do interior e pelo Brasil todo.

Aqui em São Paulo já estive presente na feira de livros que aconteceu no Largo da Batata, na Faria Lima e nessa, que vai até dia 23, no Largo da Ana Rosa.

Para mais informações, clique aqui.

Para conhecer a página no Facebook, clique aqui.

E cá estou eu com meus dois livros: 


Para 2015, vem mais um blog exclusivo dedicado aos QUADRINHOS. Serão mais de 60 textos publicados periodicamente sob o ponto de vista acadêmico para quem quer se especializar no mercado artístico e de licenciamento.
O leitor acompanhará dicas notáveis, com base em pesquisas aprofundadas e comparadas sobre conceitos, elaborações, desenvolvimentos, originalidade, exclusividade, temáticas, roteiros, apresentações, inserções comerciais, lançamentos, narrativas, cores, adaptações, projetos, administração, modelos, etc.
Aguardem...


Leo Vieira



O projeto Livro na Faixa é um projeto de incentivo a leitura, no qual os usuários têm a liberdade de pegarem livros nos terminais de ônibus participantes. Não é preciso fazer cadastro, nem carteirinha, nem nada. Mas se a pessoa quiser devolver o livro depois que ler para possibilitar que outras pessoas possam ter a mesma oportunidade, é uma boa. Além, disso é possível fazer doações tanto de livros nacionais quanto internacionais.

Fiquei sabendo desse projeto pelo Jornal do ônibus, um tipo de informativo que fica exposto dentro dos ônibus daqui de São paulo por um certo período. Normalmente dez dias.
Quando eu entrei no ônibus e vi este informativo, logo quis tirar uma foto para postar aqui no blog, mas fiquei com vergonha porque tinha muita gente olhando. Fui adiando, até que um dia eu peguei um ônibus quase vazio e sem ninguém por perto para ver que eu estava tirando foto.

Aqui em São Paulo, só não lê quem não quer. Porque projetos de incentivo a leitura é o que não falta nessa cidade. Temos Ônibus- Biblioteca, as bibliotecas municipais, máquinas de livros nas estações de metrô...

Para mais informações, clique aqui.


Perdemos um grande artista e também escritor, que nos deixa uma grande lição e conteúdo cultural artístico.
Escrever é um grande dom, uma arte para poucos. São muito poucos os que realmente conquistam tamanha notoriedade.
Qual seria o segredo do texto que conserva a graça e genialidade ao longo do tempo? São muitos.
Pode-se dizer que um texto pode durar na sua graça se for simples. O humor textual deve ser rápido e prático, onde todos podem captar e achar graça. E sempre que for lê-lo, vai continuar se divertindo.
É o exemplo das fábulas. Tantos clássicos que continuam entretendo crianças e adultos e outras gerações de crianças. Uma boa história pode ser contada e recontada várias e várias vezes e continuará sendo especial.
O caráter também fica expresso nas obras do artista. Portanto, seja também humilde e as suas obras lhe engradecerão.

Leo Vieira