É hora de se tornar um operário das palavras. Um operário não tem dia apropriado ou ruim. Um operário precisa trabalhar, cumprir regras e cotas. Esqueça essa pseudo-aparência de modismos de que um escritor apenas publica periodicamente. Quando um leitor termina um livro seu e depois não encontra mais nada, ele parte para outro autor. E se esse autor tiver muitas obras, o leitor se dedicará mais. E se esse autor tiver em constante ciclo de publicação? Aos poucos o autor ganhará mais espaço na vida do leitor.
Um escritor precisa voar alto. A sua visão tem que focar múltiplas dimensões. Por que lançar um livro somente uma vez por ano? E por que ficar somente focado em um livro? Está na hora do escritor fazer mais coisas de escritor. Coisas que vão além da escrita.
O escritor precisa demarcar seu território literário e acadêmico. Existem outros
públicos que precisam acompanhar suas obras e seus conselhos, como este. Escritor precisa ser colunista, blogueiro e ter um canal direto no campo virtual.
Após o seu território demarcado, é hora da semeadura. O escritor precisa mergulhar e plantar muitas sementes literárias. Projetos culturais, literários, editoriais, musicais, teatrais, entre outros, para fazer com que a sua arte voe junto com sua criatividade.
Faça com que o público te acompanhe. Não fique esperando sentado.
E para quem de certa forma já me acompanha, estou desenvolvendo, além dos projetos culturais literários, uma grande quantidade de livros de ficção, técnicos, religiosos, infantis (com ilustrações também de minha autoria), peças de teatro, músicas para os personagens, jornais, revistas em quadrinhos e outras criações para todos os públicos.
Escolha a sua arte e voe também.

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