Fonte
No exército do grande Carlos Magno, fazia parte um cavaleiro que simplesmente não existia. Era pua e simplesmente uma armadura por fora, mas por dentro era o vazio que se fazia presente. O nome desse cavaleiro era Agilulfo. Ele era uma pessoa (ou uma não-pessoa) correta, digna de respeito, que fazia tudo de acordo com a perfeição, quase um perfeccionista, e tudo isso pra suprir sua inexistência.

Nesse mesmo exército tinha um outro cavaleiro, Rambaldo, que o admirava muito mas que foi forçado a o ver como um rival em detrimento do amor. É aí que surge o triângulo amoroso: há Agilulfo, há Rambaldo e há Brandamante. Rambaldo ama Brandamante que ama Agilulfo que não ninguém.

Um certo dia, surge nesse exercício um jovem chamado Torrismundo que se diz filho de uma donzela que Agilulfo disse ter salvo das mãos de homens maus intencionados, preservando sua virgindade. Agora, Agilulfo tem que ir atrás dessa moça para que ela confirme que é verdade e desse modo manter sua honra.

Por vezes, Calvino faz uso de uma redundância excessiva e desnecessária. Mas fora isso, mantêm sua característica de sempre surpreender e de criar surpresas para o leitor, que imagina um término para determinada situação, mas quando vai ver, o desfecho é algo completamente inesperado.

3 Comentários

  1. :) Está na minha wishlist, preciso ler logo!

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  2. Oi, Maria!
    Em primeiro lugar, obrigada pela visita! Seja sempre bem-vinda! :D
    E sobre a resenha: nunca li nada desse autor, preciso me informar a respeito!
    Beijos,

    Priscilla
    http://infinitasvidas.wordpress.com

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  3. Não curto muito livros redundantes e ao ler sua descrição da trama percebi de cara que esse não pe o tipo de livro que me interessa.

    memorias-de-leitura.blogspot.com

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Obrigada pela visita e pelo comentário :)