"Meu conselho para todos os que querem se encontrar é continuarem bem onde estão. Do contrário, é grande o risco de se perderem para sempre".

"Existem cerca de cinco bilhões de pessoas neste planeta. Mas a gente acaba se apaixonado por uma pessoa determinada e não quer trocá-la por nenhuma outra".

"Pois maior do que tudo é o amor. E o tempo nem de longe consegue apagá-lo com a mesma rapidez com que apaga as lembranças".

 
É muito comum o "vácuo nas ideias" surgir em algum momento, seja com quem for. O escritor ficava horas encarando o papel vazio na máquina de escrever e hoje continua assim, encarando a tela branca do Word. Vamos falar um pouco sobre prática.
O aspirante a desenhista começa a encarar o seu maior desafio ao analisar o desenho complexo permeado de sombras, texturas e detalhes. Ele imediatamente pensa no tempo e dedicação que gastará para detalhar tudo aquilo. O desenhista precisa aprender que não se aprende a construir um desenho da forma mais complexa. Desenho são formas geométricas aplicadas com alguns detalhes. Ele desenha o "esqueleto" de sua ideia e daí o desenho vai ganhando forma.
Organize o tamanho e proporção de sua arte, com linhas horizontais e verticais. Você agora já sabe o espaço que deverá respeitar ao apresentar o seu desenho. Depois, esboce as formas geométricas que se assemelharão com o seu desenho, seja ele um vaso, um carro, um prédio ou um personagem. Círculos, quadrados, retângulos e cilindros serão desenhados antes de formar o desenho. Em seguida, comece a desenhar por cima esses detalhes. O seu desenho está ganhando identidade e vida. A sua arte nasce finalmente.
Não é tão fácil assim. O bom desenhista é aquele que pratica muito. Repita a operação e verá que não será tão difícil quanto da última vez. Quando você faz uma história em quadrinhos, repete tanto o procedimento de desenhar o mesmo personagem que ele acaba fluindo automaticamente. Charles Schulz (Peanuts/Charlie Brown) revelou ter desenhado a cabeça redonda do personagem mais de 50 mil vezes. O que diria os animadores então, sendo que cada segundo de desenho animado tem em média 24 desenhos por segundo?
Agora, vamos focar na questão da literatura. Assim como as formas geométricas giram ao redor de tudo e estão camufladas por todos os cenários no campo visual, as histórias e personagens também estão disponíveis ao escritor, como se fosse um gigantesco pomar onírico, só esperando a sua colheita e que você use os ingredientes para você por a mão na massa na construção e ornamentação de sua obra.
            Se você não tiver ideia alguma do que começará a escrever, faça um pequeno exercício, como se fosse um hábito. Comece narrando o dia, como se fosse um diário, mas sob a perspectiva de um personagem:
"Hoje acordei com preguiça e sem vontade de fazer nada. Abri a cortina e olhei para a janela e o dia estava bonito, mas não estava o meu estado de espírito. Fui tomar café e me arrumei às pressas para mais um dia rotineiro..."
Preencha tudo isso em uma lauda, focando e mesclando conflitos pessoais com coisas boas, como se fosse um ritmo. A escrita deve caminhar em um compasso, com surpresas boas e ruins.
 
-Apresentação;
-Saindo na rua;
-Primeiro conflito;
-Dúvida e desafio brotando;
-Voltando para casa;
-Pensativo sobre o conflito;
-Encontro com o coadjuvante;
-Problema paralelo;
-Ápice do problema e conflitos unidos;
-Solução do enígma;
-Desfecho.
 
Esses tópicos preenchem um conto de 20 ou 25 páginas em formato A5, narrado em primeira pessoa, na qual é mais difícil, por não poder expandir tanto nos demais personagens. No caso de uma obra em terceira pessoa, a obra pode ficar muito maior, porque o autor pode narrar e apresentar outros personagens, em várias perspectivas e até recheá-la com histórias paralelas. Primeiro faça teste com crônicas menores. Depois passe para contos deste exemplo. Quando se sentir mais seguro, desenhe as "formas geométricas" de sua obra e com o "esqueleto" pronto (esboço do início, meio e fim) determine os personagens que participarão e siga em frente com a escrita. Nunca escreva sem rumo e sem conceito do que quer passar e para onde vai chegar. Não se comporte como um viajante sem rumo. Tenha em mãos o "mapa" de sua obra.
Boa sorte e boa viagem!
 
Escritor acadêmico em várias Academias e Associações literárias; ator, professor; Comendador; Delegado Cultural em São Gonçalo e Doutor em Teologia e Literatura.
 
 

A principal meta de um escritor é se tornar reconhecido como escritor.
O principal argumento que possa alegar o ofício do escritor são os seus livros
publicados.
Para que um escritor tenha muitos livros publicados, é conveniente que ele tenha livros vendidos.
Para que um escritor venda muitos livros, é necessário que ele seja um escritor
militante.
Para ser militante, um escritor precisa escrever muito.
Para escrever muito, nem sempre um escritor precisa apenas escrever livros.
Se um escritor não tem como publicar muita coisa, ele pode publicar em blogs.
Se um escritor publica muita coisa em blogs, ele pode conquistar leitores.
Os leitores conquistados vão acompanhar o que ele tiver publicado.
Com as vendas de suas publicações, o escritor pode publicar mais livros.
Com mais livros publicados, o escritor pode vender mais e poder investir mais.
Se ainda assim, o escritor achar cansativo e quiser andar mais devagar, vamos focar então na meta de despesa menor de investimento.

O escritor precisa se tornar conhecido, mas também precisa fazer boas ações
literárias.
Vou ensinar a fazer "Heroísmo Literário".

Um empresário quando se envolve em filantropia, precisa fazer algo pela sociedade a qual obteve sustento por meio dela. Isso é uma forma de gratidão, além de abatimento de impostos.
No caso de nós, escritores, precisamos defender e proteger o nosso espaço
literário, desenvolvendo os leitores de amanhã (literalmente, porque eles se
interessarão mais por suas obras).
Uma das alternativas é preparando a "trincheira" que receberão as nossas "armas" (livros). Esse arsenal precisa estar bem preparado e nada melhor que o próprio capitão para fazer essa tarefa tão nobre e digna de admiração.

Tópico 1: Local
Defina o espaço que receberá a sua obra e motive os soldados a cuidarem do acervo. Existem escolas em lugares carentes, condomínios e instituições que não possuem biblioteca organizada. Se ofereça para desenvolver a atividade, designando tarefas para professores, funcionários e alunos.
Material: uma sala com prateleiras, mesa e cadeiras, um fichário e, se possível, um computador para controle dos livros e dos usuários.

Tópico 2: Organização
Verifique os livros que estão no local e separe por classificação. Você também pode designar os funcionários para conseguir doações entre eles. Se a instituição tiver verba, negocie com as editoras com compra especial com desconto. Se a instituição for filantrópica, desenvolva a carta timbrada na prefeitura para que consiga doação.

Tópico 3: Catálogo
Com as obras reunidas, faça catalogação das mesmas, organizadas por temas nas prateleiras (ficção, infantil, técnico, enciclopédia, etc)
Cada aluno deverá fazer uma ficha, a qual ficará registrada virtualmente, ou por
fichário (nome, RG, CPF, endereço, e-mail e telefone). A retirada dos livros não
terá custo, mas esboce uma taxa simbólica de multa, caso não seja devolvido no prazo. A multa não tem intenção de punir o leitor, somente para ressaltar a
responsabilidade.

Fazendo isso, você terá até o mérito de ter a biblioteca batizada com o seu nome (!). Depois, visite regularmente e acompanhe as novidades. Crie circuitos literários, rodas de leitura, palestras, leitura para crianças, entre outras atividades na biblioteca.

Essa tarefa é muito nobre e conveniente para cada escritor. O resultado são reconhecimento, prestígio, respeito e divulgação cultural literária.

Escritor acadêmico em várias Academias e Associações literárias; ator, professor; Comendador; Delegado Cultural em São Gonçalo e Doutor em Teologia e Literatura.


Este é o segundo selo que o blog ganhou e estou muito feliz. Agradeço as meninas , Amanda e Flora, do blog Pedaços do Mundo pela indicação.

REGRAS:
- Falar 11 coisas aleatórias sobre si;
-Responder as 11 perguntas de quem te perguntou;
-Criar outras 11 perguntas e indicar para outros 11 blogs;
-Avisar os indicados.

11 COISAS SOBRE MIM:
1- Sou apaixonada pelo Rio de Janeiro;
2- Não sei o que seria de mim se não fosse os livros;
3- Vou cursar Biblioteconomia;
4- Tenho cadastro em quatro bibliotecas e pego livros em todas elas;
5- Acho que o Skoob é uma ótima invenção;
6- Já muita fiz coisa nessa vida. Incluindo participar de um time de futsal feminino com direito a ganhar campeonatos e fazer aulas de violão;
7- Sou tímida;
8- Escrevo poemas;
9- Amo o idioma espanhol;
10- Gosto de MPB, ouço jazz e música clássica;
11- Tenho duas plantas. Uma se chama Maria-Flor e a outra Tereza-Lima.

MINHAS RESPOSTAS:
1- Sempre gostou de ler?
Sim, desde pequena, lá nos meu 8 anos de idade.

2- Já sofreu algum tipo de preconceito por gostar de ler ou por ler muito?
Preconceito não, mas as pessoas sempre se impressionam.

3- Que música é perfeita para seu livro favorito?

Não sei... é que não costumo ler ouvindo música e até mesmo quando leio escutando alguma coisa, me desligo completamente e só presto atenção no livro.

4- Se pudesse ser um personagem, ou vários, qual seria?
A Anastasia Steele.

5- Seu filho/filha teria o nome do seu personagem favorito?
Hoje em dia, acho que não, mas quando eu era mais nova pensava em colocar o nome de um personagem que eu gostava muito.

6- Muita gente diz que os brasileiros leem pouco. O que você acha disso?

Eu acho que é verdade se levarmos em conta o quanto de pessoas que conhecemos é que não gostam de ler. Mas também há pessoas que leem muito.

7- Você assiste as adaptações dos seus livros favoritos?
Assisto.

8- Já enjoou de ler alguma vez?
Não, nunca! mas as vezes é preciso dar um tempinho para sua mente se recuperar.

9- Qual o pior livro que você já leu?

Acho que só li livros bons.

10- Se pudesse mudar o final de algum livro, qual seria?

"Emmi e Leo- a sétima onda".

11- Qual é o livro ideal para se dar de presente a uma pessoal especial?
 Um livro que a pessoa queira ou que você queira que ela leia.


MINHAS PERGUNTAS:
1- Se você pudesse casar com algum personagem, qual seria?
2- Você já julgou algum livro pela capa?
3- Já recebeu indicação de um livro que gostou muito?
4- Se ficasse preso em um elevador gostaria de estar com qual livro em mãos?
5- Seu escritor preferido costuma matar os personagens que você mais gosta?
6- Você tem Skoob?
7- Costuma assistir filmes baseados em livros?
8- Já ganho alguma promoção?
9- Como entrou nesse mundo dos blogs?
10- Consegue ler escutando música?
11- Na sua família tem quem goste de ler?

BLOGS QUE INDICO:

DO CONTO “FELICIDADE CLANDESTINA”
“(...) Mas possuía o que qualquer criança devoradora de histórias gostaria de ter: um pai dono de livraria”.

“Era um livro grosso, meu Deus, era um livro para se ficar vivendo com ele, comendo-o. dormindo-o”.

“Até o dia seguinte eu me transformei na própria esperança da alegria: eu não vivia, eu nadava  devagar num mar suave, as ondas me levavam e  traziam”.

“criava as mais falsas dificuldades para aquela coisa clandestina que era a felicidade. A felicidade sempre iria ser clandestina para mim”.

“Não era mais uma menina com um livro: era uma mulher com o seu amante”.

DO CONTO “PERDOANDO DEUS”
“Porque eu me imaginava mais forte. Porque eu fazia do amor um cálculo matemático errado: pensava que, somando as compreensões, eu amava. Não sabia que, somando as incompreensões é que se ama verdadeiramente. Porque eu, só por ter tido carinho, pensei que amar é fácil”.

DO CONTO “TENTAÇÃO”
“Sabe-se apenas que se comunicaram rapidamente, pois não havia tempo. Sabe-se também que sem falar eles se pediam. Pediam-se com urgência, com encabulamento, surpreendidos”.

DO CONTO “OS DESASTRES DE SOFIA”
“Ele me olhava. E eu não soube como existir na frente de um homem”.

“(...) a prece profunda não é aquela que pede, a prece mais profunda é a que não pede mais”.

DO CONTO “UMA HISTÓRIA DE TANTO AMOR”
“(...) dessa vez era um amor mais realista e não romântico; era o amor de quem já sofreu por amor”.

“A menina era um ser feito para amar até que se tornou moça e havia os homens”.

DO CONTO “ÁGUAS DO MUNDO” 
“Ela é a amante que sabe que terá tudo de novo”.


"Porque há o direito ao grito. Então eu grito".

"Quem já não se perguntou: sou um monstro ou isto é ser uma pessoa?"

"(...) e bem sei que cada dia é um dia roubado da morte."

"Sim ,minha força está na solidão. Não tenho nem medo nem de chuvas tempestivas nem das grandes ventanias soltas, pois eu também sou o escuro da noite".

"Nunca a esqueci: jamais se esquece a pessoa com quem se dormiu".

"Estou contente com esta possibilidade e farei tudo para que esta se torne real".

"(...) saudade do que poderia ter sido e não foi".

"Devo dizer que essa moça não tem consciência de mim, se tivesse teria para quem rezar e seria a salvação. Mas eu tenho plena consciência dela: através dessa jovem dou o meu grito de horror à vida. À vida que tanto amo".

"Escrevo porque não tenho nada a fazer no mundo: sobrei e não lugar para mim na terra dos homens.
Escrevo porque sou um desesperado e estou cansado, não suporto mais a rotina de me ser e se não fosse a sempre novidade que é escrever, eu me morreria simbolicamente todos os dias. Mas preparado estou para sair discretamente pela saída da porta dos fundos. Experimentei quase tudo inclusive a paixão e o seu desespero. E agora só queria ter oque eu tivesse sido e não fui".

"Ela acreditava em anjo e porque acreditava, eles existiam".

"(...) conheceria ela algum dia do amor o seu adeus? Conheceria algum dia do amor os seus desmaios? Teria a seu modo o doce voo?"

"Morreria de vergonha de comer na frente dele porque ele era bonito além do possível equilíbrio de uma pessoa".

"Mas ela já amava tanto que não sabia mais  como se livrar dele, estava em desespero de amor".

"Se ainda escrevo é porque nada mais tenho a fazer no mundo enquanto espero a morte".

"Aquela relutância em ceder,mas aquela vontade do grande abraço".

Fonte
Edição: 2
Editora: Editora Globo
ISBN: 8525033472
Ano: 2002
Páginas: 314


Este livro é classificado como uma distopia por retratar um mundo idealizado, no qual se encontra uma sociedade perfeita, na qual não existe liberdade de escolha.
O livro é dividido em duas partes. Sendo que a primeira é apresentação desse mundo pelo autor e a segunda é como este mundo é visto pelo olhar de um novo personagem que surge, o Selvagem. Chamado assim, por não fazer parte dessa “civilização”.
Os seres humanos do livro são produzidos em laboratórios e divididos em castas: Alfas,  Deltas, Ípsilons...  Nessa “civilização” organizada e perfeita não existia a maternidade, uma vez que todos eram feitos por fecundação em laboratório e a sociedade havia sido treinada desde cedo para repeli-la com fervor. Da mesma forma não existia o casamento. As pessoas não eram obrigadas a serem fieis a uma pessoa só, todo mundo era de todo mundo e ninguém era de ninguém.
Os personagens com mais destaque no livro são: Bernard e Lenina. Bernard porque mesmo pertencendo a uma casta de superioridade, por diversas vezes se pega perguntando porque que as coisas tinhas que ser daquele jeito, porque deveria existir uma casta superior e outra inferior, empregados e patrões... Lenina aparece como exemplo de mulher daquela sociedade.
O Selvagem, citado anteriormente e também chamado de John, surge no livro quando Bernard viaja com Lenina para uma Reserva de Selvagens, que é um lugar habitado por índios e que não tem nenhuma influência da “civilização”. Prova disto, é que nesta reserva tudo é o oposto do que é ensinado na “civilização”. Lá conhecem Linda, que havia pertencido a “civilização”, mas por ter engravidado, o que do ponto de vista social, era a pior coisa que poderia acontecer se perdeu nessa reserva e foi aí que deu luz a John. Ambos foram rejeitados. Linda porque como havia vindo de uma sociedade na qual o casamento não existia, não era  capaz de entender o porquê de ser odiada pelas mulheres só porque se deitava com os homens delas. E John por ser loiro e não parecer com os índios.
Bernard levou os dois para a “civilização”. John queria muito ir conhecer Londres, a cidade da sua mãe e também porque pensava que ia se sentir melhor lá. Ficava repetindo as palavras de um livro do Shakespeare: “Oh, admirável mundo novo”.
No entanto, tendo contato com esse mundo novo, o Selvagem não se agradou, principalmente porque ia contra tudo o que ele havia aprendido. A começar pelo amor. Se apaixonou por Lenina, mas percebeu que a ideia de amor dela era muito diferente da ideia de amor dele. Quanto à sociedade, não concordava com o uso do Soma, a droga que eles usavam para fugir da realidade. Não querendo compactuar com esse mundo, se isolou e adotou práticas de quem não vive para esse mundo, como por exemplo, ficar se autoflagelando e resistir as tentações.
O final é surpreendente. Confesso que ainda vou precisar de um tempo para me recuperar. Mas me recuperar no sentido bom.

Lembro-me muito bem de minha infância, onde a estante era racionada com brinquedos e livros. Vários livrinhos coloridos foram ganhando espaço a ponto dos brinquedos serem "despejados" e ganharem um novo lar no baú de madeira. Depois foram gibis, mais livros e depois comecei a não ter mais espaço para organizá-los. Minha mãe sugeriu que os que eu não consultava muito ficassem em uma caixa.

Algum tempo depois, quando me deu vontade de reler, decidi revisá-los e pra meu desgosto, alguns deles estavam consumidos de traças. Tratei de providenciar outra prateleira e lá foram eles de volta para de onde nunca deviam ter saído.
Atualmente, tenho algumas estantes e prateleiras com muitos livros e uma pequena pilha de gibis.

É muito importante desde cedo aprender a cuidar de seu acervo pessoal. Todos nós devemos ter o espaço pessoal para armazenar nossos livros. O ideal seria um cômodo próprio para as estantes, com uma poltrona ou puff (para as várias horas de leitura) e uma escrivaninha (para o caso das anotações). Mantenha o local bem arejado e iluminado. É importante que a biblioteca também fique sempre limpa e organizada.

Mas caso você não dispõe de espaço, faça então com que a sua sala ou o seu quarto fique organizado para a permanência de suas estantes e prateleiras, assim também com a sua constante manutenção.

Organize os livros de ficção em uma ala própria;

Livros de arte, Atlas, dicionários e outros livros volumosos e grandes devem ficar no alto;

Não coloque livros deitados empilhados porque o peso os deformarão com o tempo;

Somente revistas e jornais que devem ficar deitados e empilhados e por ordem de lançamento, com as edições mais recentes por cima;

Não deixe os livros no fundo da estante porque acumula poeira, tira a beleza do acervo e pode dar mau hábito para acomodar e pendurar coisas inúteis;

Porta-retratos ficam melhor na escrivaninha. Evite por qualquer outra coisa na estante;

Quando for tirar o pó das estantes e prateleiras, observe se não há alguns livros e revista de que não precisará mais. Doe-os à uma biblioteca ou instituição.

Bibliotecas, assim como um lar e um veículo, também necessitam de manutenção. Saiba dar atenção, limpeza e atualização de seu acervo sempre que necessário.

Leo Vieira é autor do livro "Alecognição", pela Editora Lexia.

Escritor acadêmico em várias Academias e Associações literárias; ator; professor; Comendador; Delegado Cultural  e Doutor em Teologia e Literatura.