Fiz uma ótima parceria com a Jamilly Costa, do blog Limão & Alecrim.
O blog dela  é bem eclético. Abordando assuntos que envolvem livros, moda, cultura, entretenimento, gastronomia e muito mais!
Algo que eu adorei, foi a frase de sua autoria que está em seu banner:
"E ela usava all star com vestido rodado,
o mundo não entendia ela e ela
e ela não entendia o mundo"
Fiquem a vontade para conferirem.

Estou com mais quatro livros na minha estante.
São eles:
O apanhador no campo de centeio- Jerome David Salinger
As veias abertas da América Latina- Eduardo Galeano
O grande Gatsby- F. Scott Fitzgerald
A mulher que matou os peixes- Clarice Lispector.




 

 
Não se precisa de muito requinte na hora de lançar o seu tão sonhado, planejado e querido livro. Muitos pensam em festas faraônicas, com aspecto de cerimônia finíssima, mas um lançamento de livro pode ser prático e agradável a todos, com grandes resultados.
Reserve entre 20 e 30 exemplares de livros. Não leve estoque grande, porque nem sempre se vende tudo de uma vez. Leve o suficiente para que você não precise de carro para o transporte. No máximo, um carrinho de feira.
Não alugue salão de festa. Senão o custo pode sair mais caro do que o resultado das vendas e lhe causar decepção e frustração. Também nunca se pode achar que você vai vender o suficiente para lançar mais um livro em seguida. Pense na reposição do investimento. O resto é bônus. Um escritor, assim como qualquer outro profissional  deve sempre aprender a caminhar um quilômetro extra.
Reserve um espaço em uma pizzaria ou churrascaria, com os convidados que confirmaram presença. Em alguns casos, o estabelecimento até presenteia com uma pizza de cortesia quando o local enche. Além de ser uma forma de popularizar mais o local.
Aproveite a festa e faça as dedicatórias nos livros. A festa será animada. Sorria e tire muitas fotos. Isso atrairá outros compradores de última hora, como frequentadores que nem sequer sabiam do evento e estavam em mesas distantes. Se você investiu R$ 1 mil no livro e vendeu 30 exemplares por R$ 30, cada um, você praticamente pagou o custo de investimento. Não tenha pressa e saiba que em um futuro lançamento, você poderá vender muito mais.

 
 Leo Vieira é autor do livro "Alecognição", pela Editora Lexia.
Escritor acadêmico em várias Academias e Associações literárias; ator; professor; Comendador; Delegado Cultural em São Gonçalo e Doutor em Teologia e Literatura.


Essa tag foi inspirada na tag “ O que tem na capa “, do blog Vanille vie.
Vai ser mensal, então uma vez por mês vocês terão uma seleção de   livros, cujas capas se enquadram no tema do mês.
Nessa primeira postagem, trago como introdução, este belíssimo texto escrito pelo escritor Leo Vieira.
Elaborando Capa de Livro
Diz um ditado que "não se julga um livro pela capa", certo? Correto. Eu já li muitas obras preciosas, cuja capa era muito sem graça e sem "vida". Da mesma forma, também notei muita capa exuberante apresentando uma obra enfadonha, mal-elaborada e cheia de clichês muito saturados.
Reconhecemos que com o advento da tecnologia e o aprimoramento das tendências digitais de hoje, é possível fazer uma boa criação, apelando para todos os recursos digitais disponíveis do Corel ao Photoshop, entre outros programas complexos para edição e desenvolvimento de imagem.
A função da capa é fazer uma breve abordagem visual ao leitor, que ficará atraído com o título. A capa é a primeira coisa a chamar a atenção, seguida pelo título e sinopse. Desta forma, a escolha da cor de fundo é essencial. Se for uma ficção tranquila, azul; se for um drama, cinza; um romance cheio cenas bonitas? Rosa; uma aventura com muita ação? Vermelho, laranja ou tons com efeito luminoso. Terror com apelo macabro? Preto! E por aí vai.
Na escolha da imagem central, evite fotos (sugestão). Faça opção por um desenho bruto, ou sombra, com efeitos simples. Lembre-se que capa de livro não é banner de cinema.
Exemplos: Nuvem, jarro, corações, chama, machado, etc. Coloquei os exemplos respectivamente com o exemplo das cores, no parágrafo acima.
Não quero ser radical e pedir para que evitem escolher certas coisas, mas se atentem para serem originais nas escolhas das capas de suas obras. Prestem atenção como existem capas com imagem de close de olhos e também com punhais de ponta cabeça. São muitos. Procurem fazer a diferença e não se deixarem se levar pelo esteriótipo.
No meu caso, eu tinha uma ideia, mas deixei que a editora cuidasse de tudo. O efeito foi até melhor que o esperado. Eles utilizaram uma das cenas da história e transformou nesse desenho tribal, fazendo um misto de cruz e adaga, cuja base horizontal se parece com os olhos de um dos vilões da história.
Muitas vezes é a editora que cuida de tudo isso, seguindo o estilo do capista e da editoração da empresa. Porém, o autor também pode deixar sugestões e palpites. É nesse momento que o escritor pode ressaltar no que NÃO QUER em sua capa.
Resumindo, a capa do livro não pode ser padronizada como embalagem de remédio, nem deslumbrante como uma capa de DVD, com excesso de cores, fazendo até poluição visual. Observem as capas de livro mais antigas. Ao revisar sua obra, pense no objeto central que representa a história e peça para que tal item apareça no livro. Deixe o seu livro atraente em todos os aspectos.

Leo Vieira é autor do livro "Alecognição", pela Editora Lexia.
Escritor acadêmico em várias Academias e Associações literárias; ator; professor; Comendador; Delegado Cultural em São Gonçalo e Doutor em Teologia e Literatura.


Essa tag tem como objetivo expor a interdiscursividade de poemas, relacionando-os com imagens.
O poema da semana é “Mãos dadas", do Carlos Drummond de Andrade.

Não serei o poeta de um mundo caduco.
Também não cantarei o mundo futuro.
Estou preso à vida e olho meus companheiros.
Estão taciturnos mas nutrem grandes esperanças.   
Entre eles, considero a enorme realidade.
O presente é tão grande, não nos afastemos.            
Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas.

Não serei o cantor de uma mulher, de uma história,
Não direi os suspiros ao anoitecer, a paisagem vista da janela,
Não distribuirei entorpecentes ou cartas de suicida,
Não fugirei para ilhas nem serei raptado por serafins.
O tempo é a minha matéria, o tempo presente, os homens presentes,
A vida presente.

Gente, estou escrevendo para pedir desculpas ( talvez ninguém se importe, mas tudo bem).
É que ultimamente estou meio sem tempo, sem ideias, sem motivação... sem tudo que é preciso para escrever um blog.
Mas, vou procurar me organizar melhor e logo mais volto com tudo para vocês.
Sinto saudades.


Há 31 anos, no dia 03 de setembro, nasceu um homem que viria a se tornar um grande escritor a nível nacional, reconhecido em todo o país e membro de diversas academias literárias.

O escritor Leo Vieira é uma pessoa espetacular. Fazendo das palavras de Charles Bukowski, as minhas: “É mais bem dotado de cabeça que as primeiras três mil pessoas que você cruzar na rua”. Eu aprendi tanto com esse homem; e conversar com ele é um ato contínuo de aprendizagem.
Ele tem uma inteligência ilimitada e está em constante movimento, sempre procura aperfeiçoar-se cada vez mais e mais. 
Ele é a verdadeira personificação da simpatia, da educação e da intelectualidade.

Hoje é seu aniversário e presto esta singela homenagem a ele, mesmo sabendo que é o mínimo de tudo que ele realmente merece.
Deixo meus sinceros votos de feliz aniversário e desejo que a cada ano, seus anos se multipliquem, multiplicando juntamente suas alegrias, suas conquistas e seu sucesso.