Edição: 1
Editora: Agir
ISBN: 9788522013500
Ano: 2011
Páginas: 198

Este é um livro que pode ser considerado de regras de bons modos ou de etiquetas. E isso é o que é bacana: Pode ser considerado, mas não que seja necessariamente.
Tem 198 páginas, e capítulos com textos que lembram muito a crônica. Não fosse a estrutura e o tamanho do texto, até poderia ser crônica.
Bem no início, parece ser um livro de autoajuda, mas também não o é. É um livro simples, como diz o título, para consulta no caso de uma viagem, no caso de um jantar ou em outros diversos casos que a vida nos faz passar.


No decorrer do livro, percebe-se que a autora é muito "viajada", tem uma bagagem cultural impressionante. e soube expor isso de uma forma bastante perceptível. É um livro engraçado, colorido e que pode ser lido tanto por uma pessoa de 15 anos, tanto por uma de 60. Sem contar que a leitura é super rápida. Pelos menos no meu caso foi: comecei num sábado a tarde e na tarde do domingo já havia finalizado.

O texto a seguir, foi publicado originalmente no blog do CNA (Clube dos Novos Autores), pelo escritor  Leo Vieira, autor do livro Alecognição.
Para conferir o conteúdo na íntegra, clique aqui.


"Você se sente criativo? Se dispersa rápido nos pensamentos quando se lembra de algo ou ouve alguma palavra notável? Essas e outras coisas são características de quem vive transitando pelos mundinhos paralelos da criatividade. Isso é ótimo, desde que também se mantenha focado em seus demais projetos.
A criatividade é um item muito raro e precioso. Dom exercitado através de muita leitura praticada. A criatividade também pode lhe tornar destacado no mercado e lhe fazer um profissional de sucesso. Isso porque as pessoas criativas também são profissionalmente visionárias e sabem aonde podem ir e como irão chegar através de raciocínio e estratégia.
Para ser criativo, você precisa ler. Leia de tudo. Tudo mesmo! Bulas de remédio, jornal do mês passado, rótulos de shampoo, etc. Quando a gente lê, começa a associar palavras conhecidas e com elas, a aprender e empregá-las no momento certo. Quantas vezes já nos perdemos nos pensamentos quando lembramos de uma palavra conhecida? E isso pode ser muito útil na hora de criar um enredo para os nossos textos, sem contar com as habituais redações, entre outras coisas que exijam do nosso vocabulário.
Portanto, pense, crie, sonhe, faça acontecer. Seja criativo. Exercite esse mundinho fechado e ainda com pouca vida, chamado "Imaginação".
A "Imaginação" está pouco habitada. Dê forma à ela. Crie um ambiente, ou muitos. Insira também alguns personagens! Crie e dê algumas características. Deixe-os livres para transitar e acompanhe o rumo de sua criação. Os personagens, enredos e outras características de seu universo interior estará fermentado através de sua leitura. Leia muito.

A Imaginação precisa ser cultivada. Faça visitas frequentes. Em filas de banco, trânsito lento, passeios entediantes, entre outras coisas chatas, seja produtivo e visite a Imaginação. Leia e pense no que leu. A sua Imaginação estará enriquecida e agradecerá sempre, através de sua arte no subconsciente."

Quer uma boa desculpa para receber e dar livro de presente? Então reúna a turma e proponha a brincadeira "amigo-livro". Esta brincadeira segue a mesma linha norteadora de "amigo-secreto", só que o foco é voltado para os livros.
Estou participando do "amigo-livro" proposto pelo pessoal da minha sala e estou curiosa para saber quem me tirou e também como a pessoa vai me caracterizar na hora da revelação.
Uma boa dica, é que o pessoal que esteja participando da brincadeira, tenham todos uma conta no Skoob e que coloquem lá os livros que desejam, para facilitar a vida de quem as sorteou.
Eu gostei muito da ideia da brincadeira e de todo pessoal da minha sala fazendo um Skoob. Eles são muito lindos, fofos, cultos e agora oficialmente LEITORES.
Aproveito a ocasião para convida-los a darem uma olhada nos desejados do meu Skoob.

Edição: 1

Editora: Intrínseca
ISBN: 9788580573015
Ano: 2013
Páginas: 320

O livro é sobre o August. Um garoto de 10 anos, portador de uma deficiência genética, nomeada por diastose bucomaxilofacial. Devido a essa alteração genética, ele nunca pode se considerar um garoto comum. Precisou fazer várias cirurgias e não frequentava uma escola, mas estudava com a mãe em casa.
É muito amado por seus pais, Isabel e Nate, por sua irmã, Via e por sua cadela, Daisy.

Quando seus pais resolvem coloca-lo em uma escola, inicialmente resiste, mas acaba cedendo.
Foi muito difícil para o August se adaptar a nova escola. Não só porque era aluno novo, mas principalmente, por conta de sua aparência física. Apesar de todo preconceito, August consegue fazer alguns amigos, como Summer e Jack Will.
No final do livro, é claro que August não muda de rosto, mas cresce muito. Tanto no tamanho, quanto no aprendizado.

A autora retratou o bullyng de um jeito muito claro e seu livro foi escrito de uma forma simples, proporcionando uma leitura leve. Fica evidente para os leitores, que a autora não precisou apelar de nenhuma forma, para manter o leitor interessado na leitura. Foi a primeira vez que li um livro com a linguagem tão simples, é só o que me resta fazer agora, é agradecer a minha amiga e também escritora do blog Roteando estrelas, que me emprestou o livro. 


Edição:1
Editora: Editora Biruta
ISBN: 9788578480431
Ano: 2010
Páginas: 112

Este livro eu ganhei de presente e quando a pessoa olhou para mim e disse : “escolhe”, confesso que foi difícil. Mas logo descobriria que havia feito uma boa escolha. Na mesma noite comecei a ler e no dia seguinte, a leitura já estava finalizada.
O que me fez escolhe-lo foi o que estava escrito na orelha do livro: ”Sou um homem de duas obsessões. Uma delas é conseguir ler todos os livros do mundo antes de morrer. Sei bem que não conseguirei, mas não importa.
A outra obsessão é a busca e captura de livros. Sempre pensei que, quando alguém pede um livro é porque precisa, e que o desejo deve ser satisfeito”. Eu, no papel de futura bibliotecária, me identifiquei logo de cara.
Segundo o livro, o ano de 2083 é quando não existirão mais livros como nós os conhecemos atualmente. Não existirão mais livros impressos e os que existirem serão raridade, item de colecionador.
Neste ano, há o predomínio da tecnologia, tanto a ponto  de até o papel ter deixado de existir. Caso alguém queira ler um livro, tem que procura-lo na cosmonet e se essas páginas ficam muito tempo sem serem visualizadas, elas caducam, o equivalente a deixar de existir.

Após assistir a uma reportagem no telesensor sobre uma descoberta arqueológica de livros, David pergunta a seu pai, Pa, como eram os livros antigamente. Pa conta como os livros eram fisicamente, como eram mágicos e emocionantes. Contou que eles deixaram de existir porque as pessoas simplesmente deixaram de ler, então foram sendo esquecidos. Além do mais, já tinham sido escaneados  e postos na cosmonet como arquivos digitais, e as pessoas perderam o hábito de comprá-los , já que podiam ler por seus computadores ou leitores eletrônicos portáteis.
Pa trabalha em uma agência chamada Bibliotravel, uma espécie de agência de viagens para dentro dos livros. Ela dispunha de alguns títulos de livros, as pessoas iam lá e se transportavam para dentro das histórias do livro, podendo ser o personagem e depois de sua viagem, voltavam a realidade.

David se interessou muito pelos livros, principalmente depois que soube que seu avô havia sido um escritor. Seu pai lhe mostrou o livro dentro de uma urna transparente e lacrada, pois se fosse aberta, o livro se desintegraria.

Em um dia em que estava sozinho não resistiu à curiosidade e abriu a urna. Em um piscar de olhos, o livro virou pó. Então, é partir daqui que começa as grandes aventuras, pois David não mede esforços para conseguir encontrar outro exemplar do livro antes que seu pai descubra.

David passa a ler livros pelo computador e pede ao pai que o leve em sua agência para viajar nos livros. Sua primeira viagem foi para dentro da Bíblia e viveu a história de Davi. Depois viajou para a “Ilíada”, “Odisséia”, “Dom Quixote” e “Primeiro amor”. Este último mudou o curso de sua vida para sempre.

Eu gostei muito da leitura e também senti muito medo. Talvez a mensagem passada pelo livro, seja uma alerta de como estamos nos deixando influenciar elo progresso da tecnologia.

A verdade é que os e-books estão sendo muito usados  tem realmente muitas pessoa s que preferem ler um livro digital do que compra-lo de uma livraria.
Morro de medo que os livros impressos  deixem de  existir e no que depender de mim, eles sempre existirão.


 Depois de “A Bandeja” e “Entre a mente e o coração”, Lycia Barros volta a nos envolver em mais um de seus livros: “Uma herança de amor”, que é o primeiro de uma trilogia.
O livro narra a história de Amanda, uma jovem linda e atraente de 23 anos que desde os 5 viveu sema mãe. Nesses 18 anos de ausência materna, Amanda morou com a avó na Cidade Maravilhosa: Rio de Janeiro.
Foi sua avó que teve que aguentar a sua fase de adolescente rebelde, que se envolvia com drogas e bebidas. Amanda a amava e nutria um profundo desprezo por sua mãe, a vendo como uma alcoólatra e a culpando pela morte de seu pai.

Após o falecimento de sua avó, ela se viu obrigada a passar um mês com a mãe, porque no testamento em que sua avó havia deixado, esta era a condição para que ambas pudessem obter a herança. Contrariada, Amanda viaja para a cidade de São Lourenço, no Rio Grande do Sul.
Esperava encontrar uma casa feia, caindo aos pedaços, mas contrariando sua expectativa, o que encontrou foi uma casa que aparentava ser bem cuidada, e que abrigava uma família feliz e bem estruturada, o que Amanda pôde comprovar depois. Foi primeiramente recebida por Ivy, sua irmã por parte de mãe, de apenas 9 anos. Amanda de cara se sente ressentida, por perceber que Janine, sua mãe, tinha reconstruído sua vida sem a procurar. A filha abandonada.
No decorrer do livro, Amanda conhece  Adam e Rafael, irmãos gêmeos, igualmente irmãos de Ivy e filhos de Paulo, marido de Janine. Os gêmeos, entretanto, não são filhos de Janine, e sim de outro casamento de Paulo.

Logo um clima de romance começa a aparecer entre Amanda, Adam e Rafael.  Mas  Amanda resolve investir mesmo em Adam. Ainda que temerosos quanto ao futuro, porque Amanda  só passaria trinta dias na cidade, o que também não impede dos dois se apaixonarem perdidamente.
Próximo ao final do prazo, Rafael dá uma de filho pródigo e Amanda volta para o Rio, mesmo estando tão apegada àquela família, principalmente em Ivy, que é uma fofa e realmente não tem como não gostar dela.
Sugiro que vocês leiam o livro para descobrirem o desfecho do caso filha abandonado pela mãe. Vale a pena. O final é satisfatório e agora só falta ler os outros dois livros da trilogia, que já foram lançados.