Este foi um desafio que aconteceu no Instagram entre os dias 13/02 e 20/02, para comemorar o Black History Month ou Mês da História Negra, comemorado nos Estados Unidos para celebrar e relembrar as lutras da população negra nos anos 60. O desafio foi proposto por três mulheres do Instagram: Camilla Dias (@camillaeseuslivros), Camille Moraes (@liecurti) e Maria Fernanda (@_bookhunter) e contou com a participação de muitas pessoas, fazendo com que refletíssemos sobre a presença ou ausência de literatura negra em nossas estantes. 
Foram sete dias recheados de boas indicações. Fiquei com vontade de conferir tudo e pensando nisso, resolvi reunir em um só lugar todos os títulos. Houve alguns títulos repetidos, então optei por colocar em uma só categoria.


Este é um livro infantil, em que Clarice Lispector, narra em primeira pessoa, como ela matou dois peixinhos vermelhos. Mas deixa claro desde o início, que não o fez por querer. Para provar sua inocência, ela vai contando ao longo do livro, as relações que teve com outros animais ao longo de sua vida, de modo que fique claro seu amor aos animais, e mostre que não poderia fazer nenhum mal a eles de forma consciente. Diz que espera que no final, quando o leitor souber como os peixinhos morreram, ela seja perdoada.


Essa postagem compreende 27 páginas (79-106), nas quais se encontram os capítulos 4 e 5, intitulados "Racismo no movimento sufragista feminino" e "O significado de emancipação para as mulheres negras", respectivamente.

Quando o Partido Republicado conseguiu fazer com que a escravidão chegasse ao fim no Sul, eles queriam fazer com que houvesse sufrágio para os homens negros, mas não porque eram homens e sim porque representavam mais de 2 milhões de votos para o Partido Republicano. As mulheres brancas de classe média, lideradas por Elizabeth Cady Stanton e Susan B. Anthony, não pensavam assim. Com argumentos racistas, elas viam o sufrágio dos homens negros como uma forma de reafirmar a supremacia masculina, mas ignoravam que o fim dá escravidão só se deu, praticamente, de forma nominal, sem o direito ao voto, os homens negros não conseguiriam liberdade plena, pois ainda tinham privações econômicas e ainda eram constantemente atacados por gangues racistas.