No dia 21 de outubro, tive a oportunidade de visitar e conhecer o Quilombo Brotas, localizado na cidade de Itatiba, em São Paulo.
A visita foi planejada pelos professores da área de Educação, da Universidade Federal de São Paulo, portanto, era voltada para os alunos de Pedagogia, mas os alunos que não eram desse curso e que faziam parte do Núcleo Negro da Unifesp, também foram convidados, o que foi o meu caso.

“Nem toda mulher quer ser princesa” é o subtítulo deste livro, o que já pode provocar um estranhamento por ser antecedido pelo título “Vacas” e leva a concluir que as mulheres não são iguais, enquanto umas querem ser princesas, outras querem ser vacas, mas acho essa dualização um tanto quanto problemática, por mais que apoie nossa liberdade sexual.
O livro vai nos fazer conhecer três mulheres de diferentes idades e a narrativa vai ser intercalada entre as três, variando entre primeira e terceira pessoa. Elas não se conhecem inicialmente, mas no decorrer da narrativa haverá pontos de contato entre a vida delas.

Alina, após sua graduação em História, dedica parte de seu tempo às pesquisas sobre religiões ocultistas, além de trabalhar em um escritório como editora de vídeos em uma produtora. Acompanhando a rotina de Alina, vivenciamos a caótica São Paulo do dia a dia, a pressa e o desespero dos paulistas, em meio a edifícios, trânsito, café e fumaça.

Mês passado, um amigo muito querido me presenteou com o livro “Calibã e a Bruxa”, da Silvia Federici, publicado no Brasil em julho deste ano pela editora Elefante. 
Quando postei no Instagram (@impressoesdemaria), algumas pessoas demonstraram interesse pelo tema tratado e pelo livro. Uma pessoa em especial, a Carolina  Ribeiro (@lendo_comariel), adquiriu recentemente este e outros títulos da editora e propus fazermos uma leitura conjunta, ao que ela aceitou prontamente.