Daqui exatos seis meses, completarei 22 anos de vida, dos quais 14 deles existindo como leitora e só agora, nesse momento em que escrevo esta postagem, é que me dou conta de que mais da metade dos meus anos eu passei lendo. Nunca tinha parado para pensar nisso e é, no mínimo, interessante perceber o quanto já li e o quanto ainda tenho para ler. Livros vão existir sempre e eu espero continuar sendo essa leitora assídua que tenho sido.

Se tem um livro que eu quero que todo mundo leia, este livro é "O ódio que você semeia", da Angie Thomas, trazido para o Brasil pela editora Galera Record. O livro, dentre outras coisas, aborda a questão da violência policial contra negro nos EUA e já foi resenhado (aqui) no blog. Agora sortearemos um exemplar para que pelo menos uma pessoa que acompanha o blog possa ter a chance de lê-lo.
Confira o regulamento abaixo e participe.

Nessa postagem, apresentarei alguns dos lançamentos mais recentes da editora Biruta. Tem livro de poemas em português e em espanhol, livro de conto árabe, histórias para todas as idades: desde os pequenos até os mais crescidos. Tenho certeza que algum desses livros será do seu interesse ou do interesse de algum amigo.
Cliquem nos títulos ou nas fotos para serem redirecionados para o site da editora ;)

Capa brasileira
Virgílio, advogado e político advindo de uma família burguesa, descendentes dos Barões do Café, os Sá Vasconcelos, apaixonou-se por Cândida, uma jovem que não fazia parte da mesma classe social que ele, mesmo assim, isso não impediu que os dois se casassem. O sentimento que sentiam um pelo outro era recíproco, mas com o tempo, Cândida foi percebendo indícios da possessão de Virgílio, naquela altura, ainda confundidos com amor. O casamento desandou quando ela ficou grávida e ele já não era mais o mesmo, não perdia uma oportunidade de humilhá-la, fazê-la sentir-se mal com o próprio corpo. Quando a criança nasceu, Virgílio, num ataque de ciúmes, achando que a esposa daria mais atenção à filha do que a ele, sugeriu não a criar. Cândida então resolveu sair de casa com a criança, o que teria dado certo não fosse Virgílio ter chegado momentos antes e a impedido, mas de uma forma ou de outra, Virgílio só deixou que a esposa o abandonasse, fez questão de ficar com a filha, Eulália.

No dia 3 cheguei por volta das 13h, a entrada foi bem tranquila e rápida porque não tinha muita fila para entrar. Fui direto para o estande do Café Literário, retirar uma pulseira para assistir uma mesa sobre reforma política que começaria às 14h.