Uma das redes sociais que mais gosto é o Instagram (@impressoesdemaria), porque lá, pelo menos no caso do blog, é onde há mais interação entre as pessoas que nos acompanha. E foi de lá também, que me veio a ideia de propor uma leitura conjunta de um livro que estou lendo agora na minha viagem de férias: “Um Defeito de Cor”, da Ana Maria Gonçalves, publicação da editora Record, que completou dez anos de lançamento em 2017.

A imagem que ilustra essa postagem é uma seleção das nove fotos mais curtidas no Instagram (@impressoesdemaria), de acordo com o site Best Nine. Repetindo o discurso que fiz no Twitter, as fotos que aparecem meu rosto têm mais curtidas e achei muito sintomático que esse ano eu tenha passado a ver mais beleza em mim, tenha lidado melhor com meu cabelo natural e percebido que é a Literatura Negra que faz meu coração pulsar mais forte e sinta a certeza de que quero divulgá-la sempre. Então em 2018 continuará havendo muito literatura negra por aqui.
Na retrospectiva do ano passado tinha colocado como meta para esse ano fazer um recorte maior de gênero, raça e nacionalidade. Termino o ano muito satisfeita com minhas leituras, principalmente porque li mais mulheres e mais negros. Por meio dos livros visitei a Nigéria, o Senegal, a China, Camarões, Colômbia, Angola, dentre outros países mais lidos.
Estão linkados os títulos que possuem resenha aqui no blog.

Este livro vai nos contar por meio de versos, o que o caracteriza como cordel, a história de Sebastiana, uma menina que tem a capacidade de controlar os fenômenos da natureza, a forma como isso é explorado é que vai determinar se é algo positivo ou negativo e esse uso da natureza como expressão dos sentimentos é um grande diferencial.